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by Xurume

 

 

 

Pensando e Digerindo

 
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Idéias soltas, sem descrição nenhuma com a outra.

 

 

Sábado, Abril 24, 2004

Brecha na folga de fim de semana 

Uma coisinha para vocês lerem (os que acessam todos os dias e noites pelo menos) enquanto estou descansando esse fim de semana de um quase estresse virtual:

SÉCULO XXI
Já percebeu o que o século XXI está fazendo com você?
1. Você tenta teclar sua senha no display do microondas;
2. Você não joga paciência com cartas de verdade há anos;
3. Você pergunta, via e-mail, se seu colega ao lado vai almoçar com você e
ele responde, por e-mail: me dá cinco minutos;
4. Você tem 15 números de telefone diferentes para contatar sua família de 3
pessoas;
5. O motivo pelo qual você perdeu o contato com seus amigos e colegas é
porque eles têm um novo endereço de e-mail;
6. Você não sabe o preço de um envelope comum;
7. Para você, ser organizado significa ter vários bloquinhos de Post-It
de cores diferentes;
8. A maioria das piadas que você conhece, você recebeu por e-mail; (e
ainda por cima ri sozinho...)
9. Você fala o nome da firma onde trabalha quando atende ao telefone em
sua própria casa;
10. Você digita o 0 para telefonar de sua casa;
11. Você vai ao trabalho quando ainda está escuro, volta para casa
quando já escureceu de novo;
12. Quando seu computador pára de funcionar, parece que foi seu coração
que parou, você fica sem saber o que fazer, sente-se perdido;
13. Você leu esta página e balançou positivamente a cabeça em diversos pontos;
14. Você já está pensando para quem você vai enviar esta mensagem...
15. Provavelmente agora você vai clicar no botão

_____________________________________________________________________

Humildade

Humildade é a prova da auto-maestria de ter conquistado duas palavras: eu e meu.
Palavras que armadilham aquele que fala em jogos de poder e manipulação;
que destroem e anulam respeito e amizade.
Temos que ser zeladores e não donos.
Posse cria medo da perda.
Pessoas que sentem que possuem algo ou alguém estão sempre suspeitando, sempre vigiando.
Um zelador não possui nada nem ninguém.
Paradoxalmente, sem possuir nada ele obtem tudo.

Anthony Strano
Discovering Spirituality, Brahma Kumaris Raja Yoga Centres, Australia, 1999








Sexta-feira, Abril 23, 2004

Pequeno texto... Gerado no chá, exposto na digestão das idéias, e solto no pensamento.... 

Não sabendo ser impossível, Ele foi lá e fez.
E o enxofre ardente deu lugar ao bálsamo.
E a lágrima cedeu lugar ao sorriso.
E o castigo tornou-se júbilo.
E o escárnio transformara-se.
E o fel fez-se ambrosia.
Foi-se o tempo do pesar.
Começa o tempo de viver.








Readinho para mim mesmo e momento de dar uma sumida.... 

Somente um aviso para todo mundo que fala comigo no messenger e tudo mais, eu devo dar uma sumida durante o fim de semana. Inicialmente eu devo retornar segunda. Um bom fim de semana para todos! :D

E para mim, quando eu voltar um pequeno recadinho para mim mesmo:

RECADOS JÁ REMOVIDOS POR MIM. RODRIGO








Saga - Capítulo 4 

Capítulo 4: Antes do Happy Hour

Faltava uma hora para começar o Happy Hour no "Rumo da Prosa" quando Christiano é interrompido em sua distração vespertina junto a visão da marina, enquanto dedilhava ao acaso algumas notas no piano ao sabor de um drinque.
"- Sr. Christiano, desculpe interrompe-lo mas..." "-...Tem uma pessoa que deseja falar comigo imediatamente e você Anny nem sabe como esta entrou no estabelecimento. Está receosa, porque não sabe se vai ser despedida pelo ocorrido uma vez que ainda não abrimos. Não se preocupe, não havería mesmo como saber.... ", disse Christiano sem sequer titubear nas notas ao piano, finalizando a melodia.
Anny sequer ficou espantada, era comum Christiano fazer esse tipo de complemento ao que lhe diziam, fossem clientes, VIP's ou mesmo empregados. "- Diga a ele que vou encotra-lo no bar Anny...Ah! E traga a minha garrafa especial da parte reservada da adega, a que está no topo."
No bar estava sentando o mesmo homem misterioso que todos conhecemos. Usava o mesmo terno surrado com capa de chuva e um chapéu de couro grande, que permitia a sombra deste esconder seu rosto das pessoas. Brincava impacientemente com os amendoins e nozes na tigela de vidro a sua frente, usando canudos embalados que se encontravam na parte de dentro do balcão. Demonstrava estar com pressa e sair, afinal todos seus antepassados sabiam com quem lidavam.
Nesse momento entra Laura, a co-proprietária do "Rumo da Prosa", já preparada para atender os clientes da noite. "- Então você veio, finalmente veio. Mais uma vez a família de L precisa de tais préstimos...." "- Sim, mas estou esperando o seu amigo Christiano, não tem dada para você... dessa vez."; responde o homem misterioso em igual tom jocoso a Laura, como se estivessem de combinação.
"- Au contraire mon ami! Au contraire! Sabeis muito bem que Laura e eu agimos, atuamos e seguimos como se fôssemos uma só pessoa. Tem sido assim desde quando Roma era uma vila de bárbaros sem cultura... ou seria Babilônia?! Pouco importa, afinal só perdemos em tempo aos meteoros que varreram os dinossauros da superfície desse planeta, e vai ser assim até o fim.", diz Christiano, em tom meio que irônico, mas com a seriedade de seu estabelecimento ofereria ao resto do público.
"- Bem que o Sr. L disse para fazer 2 pacotes invés de 1 dessa vez. Fui sensato em ouvi-lo, invés de minha arrogância.", disse o homem misterioso. "- Não seja mau perdedor, nem sempre pode-se ganhar todas..." tenta Laura ao ser simpática ver o que consegue descobrir mais. "- Contente-se em estar dentro Laura. Ambos sabem como o Sr. L e sua família agem há muito tempo, eu e minha família apenas cumprimos nosso papel no processo."
Antes mesmo que Chris possa abrir sua garrafa, é impedido pelo homem misterioso com um gesto de mão: "- Sabe muito bem que enquanto estou em missão para o Sr. L que não posso ingerir nada alcóolico." "- Pena que não possa saborear esse licor de jenipapo, ele tem cerca de 22 anos destilando, um sabor como poucos.", enquanto Christiano observa seu cálice contra a luz e Laura aprecia o aroma do seu. Mas ao olharem para o homem misterioso, este já tinha desaparecido.
"- Pena. Ele já foi. Mas creio que o Sr. L nos chamará quando for propício Laura. Anny! Pode avisar o pessoal da segurança que estamos iniciando as atividades de Happy Hour de hoje.". Chris parecia ter renovado as forçar com seu licor de jenipapo. Anny não entedia a situação, mas enfim ela recebia bem e coisas estranhas acontecem no "Rumo da prosa" desde que começaou a trabalhar, e dentro de si sentia que não entender era o melhor a fazer.
"- Espero que o "Sr.L" não tente nos subestimar. Nos últimos 5000 anos já tentaram todo o tipo de coisa conosco Chris. Enquanto você faz a sala inicial aos nossos clientes, vou checar se nossas outras "preciosidades" na parte reservada da adega ainda estão no mesmo lugar.". Laura saía apressadamente por uma porta ocula lateral.
"- Duvido que outras pessoas além de nós nesses últimos 250 anos saibam delas, mas se isso a deixa feliz, vá em frente.Apenas não vamos coletar energias arcanas imediatamente....". Chris teminava de arrumar-se enquanto falava. Os clientes todos chegavam para mais um Happy Hour feliz, com música e diversão.
O homem misterioso encontrava-se do lado de fora, indo em direção ao seu carro. "- Se não fosse pelo Sr. L nunca mais lidava com eles. Há muito, muito tempo que eles vivem causando confusões aqui e ali, e boa parte delas quem teve que limpar a sujeira foram meus antepassados e agora quem tem que esfregar sou eu.". E o homem misterioso sumiu na noite em seu carro. Precisava de novas informações com o Sr. L e dirigia-se a sua residência. Mesmo com o começo da noite, demoraria muito para chegar a estrada que leva para fora da cidade, e enfim, poder usar os recursos do carro com mais liberdade.








Quarta-feira, Abril 21, 2004

Uma montagem a mostrar.... 

amar.jpg

Alguma coisa sobre Nós - Daft Punk - Tradução: Xurume

Pode não ser a hora certa
Posso não ser a pessoa certa
Mas existe alguma coisa sobre nós eu quero dizer
Porque existe alguma coisa entre nós de qualquer forma

Posso não ser a pessoa certa
Pode não ser a hora certa
Mas existe alguma sobre nós que eu tenho que fazer
Algum tipo de segredo eu irei compartilhar com você

Eu preciso de você mais que qualquer coisa na minha vida
Eu quero você mais do que qualquer coisa na minha vida
Eu irei sentir sua falta mais do que qualquer um na minha vida
Eu amo você mais do que qualquer um na minha vida








Agua., vazamento de cano & etc..... 

As chuvas parecem que saem de um chuveiro com a torneira de água quente aberta no máximo, o calor era totalmente isuportável. Nada como uma semana com a sua cidade ser sob debaixo de um tampão de massa de ar quente.
A vontade é de simplismente detonar todos os hidrantes, mas a pressão de água no sistema dos bombeiros nunca foi o forte destes aqui no ri, não daria para fazer aquelas cenas meio piegas de filme americano. Mas a água, esta realmente brota.
Milhares e milhares de canos (alguns ainda do tempo de Pedro II, dizem) lenta e insistentemente racham, esfarelam e vazam. Litros e mais litros do que pagamos misturado com ar comum desde a estção de tratamento do guandú até nossas casas se perde pela completa falta de estrutura da CEDAE para fazer eventuais trocas de tubulação no bairros. Somente remendar-se-irá alguns pontos aqui e ali, numa eterna brincadeira de gato e rato entre as equipes e os vazamentos.
Junte-se a isso pessoas que usam os sistemas de encher carros-pipa para tomabr banho (já vi acontecer isso muito na entrada da Leopoldina, no Centro) e entende-se, quem sabe, porque sempre é o povo que tem que economizar....








Terça-feira, Abril 20, 2004

Saga - Capítulo 3 

Capítulo 3: A aula de pintura

Por mais que fosse o esforço de seus alunos, ainda assim Moema tinha problemas com sua concentração na aulas de Artes. Já não mais era sabido se eles faziam por mera desatenção ao assunto obrigatório do currículo regular ou porque a matéria em si para eles era dessinteressante.
Mesmo assim era fácil pega-los de surpressa, ainda mais com pensamentos tão focados em assuntos de qualquer adolescente. Parecia até mágica quando a Professora "acertava" ao dirigir as aulas tanto teóricas como práticas para os temas que estavam pensando.
"- Ah, se eles soubessem...", pensava Moema enquanto eles executavam sua atividade prática da aula, desenvolver uma arte livre, combinando Fauvismo, Cubismo e Futurismo. Embora as composições não ficassem excelentes, o que contava como fator de nota seria a criatividade.
Os alunos embora lembrassem nunca tinham associado a intoxicação com tintas de óleo que a professora Moema havia sofrido faz algum tempo com o ganho de suas novas habilidades mentais. Não somente telepatia mas telecinese, piropatia, viagem astral entre muito outros.
Havia sido dado o sinal do intervalo, os alunos saíram e Moema resolveu arrumar os materiais de pintura para a turma seguinte. Ficava mais fácil arrumar pincéis e tubos de tinta quando os alunos não estavam presentes, bastava apenas pensar para que estes voltassem a seus devidos lugares.
Muitos alunos pensavam que o acidente semana passada para a professora Moema não passara de um simples susto, afinal tintas tóxicas sempre são um perigo para alunos despreparados.
Cabia a ela como chefe do Gabinete de Artes da escola desfazer-se do material com todo o cuidado necessário. Poderia ter sido mais fácil se um grupo de coleta tivesse sido contratado, mas uma informação desse porte vazaria muito rapidamente e resultaria em má publicidade a escola, teria que ser feito por ela pessoalmente.
Bem na hora que Moema e os materiais estavam saíndo, o elevador de carga, que mais uma vez naquela semana tinha apresentado defeito, ficou preso entre andares, perto do fim do expediente da escola.
Ao apertar o botão de emergência para pedir ajuda, um curto deu-se no painel, a luz do elevador estourou e fios desencapados caíram dentro das caixas aonde estavam as tintas, dando um início a um pequeno incêndio.
Quando Moema voltou a si, estava dentro da ambulância que chegava ao Hospital, já recebendo os primeiros cuidados para a desintoxicação. Com o susto de ver os enfermeiros em cima dela, disparou uma rajada de energia psiônica tão forte que os mesmos mais ela foram arremessados para fora da ambulância, como se algum veículo tivesse sido arremessado contra a ambulância.
Os enfermeiros, assustados, responsabilizaram o motorista de ter acertado alguma coisa enquanto estacionava o veículo. Moema pensava a mesma coisa, mas enquanto estava em observação no quarto, percebeu que não era bem assim.
No que se movera para acionar o botão para pedir água a enfermeira, pois sentia sede, a garrafa de água gelada começara a flutuar de cima da geladeira, e ao mesmo tempo o copo de plástico que estava na mesa vizinha e por isso fora de alcançe. Com o susto, ambos caíram no chão, fazendo a enfermeira de plantão entrar e perguntar como aquilo aconteceu.
Em dois dias Moema recebeu alta e recomeçou a voltar a suas atividades na escola. Aos poucos os poderes foram manifestando-se naturalmente. Mover objetos, fazer papéis pegar fogo, ler pensamentos, até mesmo conseguir levitar pequenas alturas a partir do solo. Tais coisas não eram mais complexas para ela.
Ficou claro que tais habilidades sempre existiram, mas eram latentes. O susto do incêndio, bem como a intoxicação com os materiais nada mais eram do que sinais para o despertar desses poderes. Treina-los e usa-los para o bem sempre que preciso passavam a ser obrigações do dia a dia, mesmo que em suas atividades nas aulas de artes.
A sala já estava pronta para a turma seguinte, mas Moema lembrou que precisava ir ao depósito para pegar mais telas antes da aula começar. Mas ao abrir a porta algo extraordinário aconteceu. Um pequeno embrulho veio flutuando de dentro do depósito e pousou nas suas mãos. Não era necessário abrir, pois o envelope e o anel apareceram em sua mente, bem como a imagem da pessoa que preparava o pacote. "-Tudo no seu devido tempo Sra. Moema Várzea! Tudo no seu devido tempo.", avisava o pensamento enquanto os alunos da turma seguinte chegavam com os trabalhos para revisão.








Um pouco antes de "postular" o capítulo 3 .... 

Tempos Modernos.
(Lulu Santos).

Eu vejo a vida melhor no futuro,
Eu vejo isso por cima de um muro
De hipocrisia que insiste em nos rodear.

Eu vejo a vida mais clara e farta,
Repleta de toda satisfação que se tem direito,
Do firmamento ao chão.

Eu quero crer no amor numa boa,
Que isso valha pra qualquer pessoa,
Que realizar A força que tem uma paixão.

Eu vejo um novo começo de era,
De gente fina, elegante e sincera,
Com habilidade pra dizer mais sim do que não.

Hoje o tempo voa amor,
Escorre pelas mãos mesmo sem se sentir,
E não há tempo que volte amor,
Vamos viver tudo o que há pra viver,
Vamos nos permitir.

Eu quero crer no amor numa boa,
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar A força que tem uma paixão.

Eu vejo um novo começo de era,
De gente fina, elegante e sincera,
Com habilidade pra dizer mais sim do que não.

Hoje o tempo voa amor,
Escorre pelas mãos mesmo sem se sentir
E nao há tempo que volte amor,
Vamos viver tudo o que há pra viver,
Vamos nos permitir.








Segunda-feira, Abril 19, 2004

Promoção: Na Saga do Xurume!!! 

Seguinte pessoal! Como vocês gostaram dos Capítulos 1 e 2 da Saga que eu estou escrevendo, resolvi fazer uma mini-promoção!

A promoção é a seguinte: "Quem irá aparecer no Capítulo seguinte da Saga do Xurume?"
A pessoa que acertar, será automáticamente inserida em um capítulo futuro da Saga. Se você Já fizer parte da Saga, eu automaticamente aviso! Legal né? Somente uma inscrição por pessoa!
Escreva Hoje mesmo no comentários! O Capítulo 3 será "postulado" como idz o blog amanhã, terça-feira, dia 20, a qualquer hora!








Sim, Metrô tem Leitura! 

É senhoras e Senhores!
No começo eram apenas as lanchonetes dentro do Metrô do Rio.
Depois vieram as maquininhas de refrigereco e salgadinhos...
Agora o Metrô tem máquinas de comprar.... livros! :D
Isso mesmo! pequenos exemplares de bolso a venda a partir de 3 reais!
Muito legal, não acham?